Francisco das Dores, 50, está desde dezembro reaprendendo a andar. Tem a ajuda de um andador e diz, com uma voz com traços de rouquidão, que o braço “está duro”. Ainda assim, faz questão de dizer que está bem, “graças a Deus”, após sobreviver a 107 dias de internação em uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para pacientes da covid.
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